sábado, 25 de junho de 2011

Mercadorias usadas podem ser importadas?

A importação de bens usados é de competência do Decex, que autoriza a importação de alguns produtos usados, tais como máquinas, equipamentos, instrumentos, moldes e outros, desde que o importador obedeça alguns requisitos, sendo o mais relevante deles, a verificação na NÃO existência de similar nacional. Também, para esse tipo de importação, o importador não pode deixar de observar que, faz-se necessária a emissão da Licença de Importação Não Automática, porque o despacho aduaneiro está condicionado à apresentação deste documento, caso contrário, a mercadoria usada cairá em perdimento e futuro leilão. No entanto, observa-se duas situações especiais: a importação de pneumáticos recauchutados (NCM 40.12) provenientes de países do Mercosul e as doações.

domingo, 19 de junho de 2011

Papel do despachante aduaneiro no comércio exterior

O Despachante Aduaneiro tem a função de orientar e conduzir pelos melhores caminhos seus clientes. São muitos procedimentos a serem realizados, desde a análise documental, até o acompanhamento do desembaraço de sua mercadoria. É preciso muito conhecimento e competência para que o processo de importação ou exportação seja tratado com profissionalismo, dentro de caminhos adequados, com agilidade e segurança.
Geração de emprego - Em todo o Brasil, a profissão de Despachante Aduaneiro gera direta e indiretamente mais de 300.000 postos de trabalho.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Órgão de inteligência de comércio exterior é criado hoje 17/06 por Pimentel e Mantega

O Brasil ganha, a partir desta sexta-feira (17/06), reforço estratégico na área de defesa comercial, com a criação do Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX), órgão que será vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e ao Ministério da Fazenda.


Instituído por portaria interministerial publicada dia 17/06 no Diário Oficial da União, o GI-CEX tem como objetivo principal defender a indústria nacional contra importações ilegais e desleais.

Maior porto seco da América Latina

O maior porto seco rodoviário da América Latina e 3º maior do mundo está localizado na cidade de Uruguaiana RS. A cidade tem grande importância estratégica comercial internacional, tendo em vista que está localizada equidistante de Porto Alegre, Montevidéu, Buenos Aires e Assunção, sendo considerada por muitos como o “Centro do Mercosul”. Porém, esse título não se deve somente a sua localização, mas também ao volume comercial que passa diariamente pela sua fronteira. Em média por dia passa cerca de 650 carretas pelo porto de Uruguaiana. O movimento do PSRU (porto seco rodoviario de Uruguaiana) é dois terços maior do que o de Foz do Iguaçu.
Passam cerca de 5% de todo comércio exterior brasileiro, só perdendo em movimentação para o porto de Santos, que detém 22% das exportações. Uruguaiana compete em pé de igualdade com os portos de Vitória no Espírito Santo, e do Rio de Janeiro.
Para se ter uma idéia em 2006, passaram pelo local US$6,5 bilhões entre exportações e importações, transitando por ali 243.411 caminhões (média diaria de 667 veículos).

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Volvo investe R$ 200 mi e fabricará ônibus híbrido no país


O presidente mundial da Volvo Bus, Hakan Karlsson, afirmou segunda-feira (13), em Gotemburgo, na Suécia, que a multinacional irá investir R$ 200 milhões em sua na fábrica em Curitiba até 2012.

Parte desses recursos será destina para a produção dos ônibus híbridos (Hibribus) da montadora, que têm motores que funcionam com biodiesel e energia elétrica.

Com esta tecnologia, o consumo de combustível é reduzido em 35% e a emissão de poluentes entre 80% e 90%.

A unidade da Volvo do Paraná venceu a disputa com México e Índia para produzir o Hibribus fora da Europa.

Dos R$ 200 milhões, R$ 16 milhões serão investidos na linha de produção do hibribus, o que deve gerar cerca de 30 novos postos de trabalho, segundo a empresa. Os R$ 184 milhões restantes serão aplicados em outras partes da fábrica.

Um pouco do bloco União Européia

A União Européia é fruto do processo de integração, iniciado após a II Guerra Mundial, que tem como objetivo assegurar a paz no continente europeu. Possui uma grande diversidade cultural, que está distribuída nos seus 25 Estados-membros, os quais estão unidos sob os mesmos valores de liberdade, democracia, manutenção da paz, progresso social e econômico, respeito à pessoa e primazia do direito sobre a força.
Entre os Estados-membros da UE há livre circulação de bens, pessoas e capitais, graças ao esforço conjunto em alcançar políticas comuns. A introdução do Euro como moeda única em 12 Estados da União foi outro fator de unidade intra-bloco, rumo a uma maior integração econômica e política.
Para garantir a execução das metas almejadas e assegurar seu pleno funcionamento, a UE conta com uma série de instituições como a Comissão Européia, o Conselho da União Européia, o Parlamento Europeu, o Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas e o Banco Central Europeu. Sua estrutura é semelhante a um Estado. Porém, cabe ressaltar, a soberania de cada Estado-membro é preservada.
O mercado consumidor europeu atinge aproximadamente 500 milhões de habitantes. A UE é o destino mais importante para as exportações do Brasil, e o maior investidor no país. A UE vem igualmente afirmando-se no cenário mundial como um importante bloco político, no momento em que seus 25 Estados-membros falam através de uma só voz.

Balança Comercial Brasileira (mês de junho) 1ª e 2ª semanas

Nas duas primeiras semanas de junho de 2011, que totalizaram 8 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,959 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 8,739 bilhões e importações de US$ 6,780 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 103,353 bilhões, as importações, US$ 92,839 bilhões, com saldo positivo de US$ 10,514 bilhões.

MDIC divulga consulta pública para seis Processos Produtivos Básicos

Foi publicada no Diário Oficial do dia 14 de junho a consulta pública para a fixação ou alteração de seis Processos Produtivos Básicos (PPBs) de produtos fabricados na Zona Franca de Manaus. Os itens são blanqueta, destinada ao processo de impressão; suprimentos utilizados em máquinas copiadoras e impressoras; relé de nível não digital; produtos industrializados a partir de resíduos metálicos, plásticos, madeira, papel e papelão, tecidos, vidro e poliestireno expansível; cortador digital de eletricidade e programador cíclico de evento mecânico.

Registro mercantil brasileiro

De acordo com estudos do Ministério da Justiça e do Banco Mundial, atualmente, para a formalização de um novo negócio no Brasil, é necessário registro mercantil; inscrição nas fazendas federal, estadual e municipal; obtenção de licenciamentos ambiental e sanitário; e alvarás de funcionamento do município e do corpo de bombeiros, dentre outros.
O MDIC trabalha para reduzir ao mínimo necessário a burocratização desses procedimentos. Nesse sentido, para facilitar o registro, alteração e baixa de empresas, o Ministério tem priorizado a modernização das juntas comerciais, com investimentos na tecnologia da informação; na capacitação dos recursos humanos e na integração das juntas com os municípios, por meio dos integradores estaduais. Além disso, o MDIC é responsável pela Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim), que reúne vários órgãos governamentais e da iniciativa privada em busca da desburocratização.

DNRC realiza missão a Portugal para intercâmbio de melhores práticas no processo de registro mercantil

O Departamento Nacional do Registro do Comércio (DNRC) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realiza, entre os dias 15 a 17 de junho, missão técnica a Portugal para conhecer soluções aplicadas por Portugal e o Mercado Europeu na abertura e legalização de empresas.
Durante a missão, a delegação brasileira terá reuniões de alinhamento com os representantes locais e fará visitas ao Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI), à Confederação Empresarial de Portugal e à Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP). A intenção é produzir sugestões a serem adotadas pelo DNRC e Juntas Comerciais dos Estados.
Essa ação faz parte do Programa de Cooperação da Comunidade Europeia (CE) com o Brasil para apoio à inserção internacional das pequenas e médias empresas brasileiras. Com ela, busca-se realizar reformas estruturais específicas da economia e apoiar uma maior e melhor integração do Brasil na economia mundial, com assistência ao processo de adaptação do Brasil às atuais estruturas de mercado

sábado, 11 de junho de 2011

Comércio Exterior

É a relação direta entre de comércio entre dois países ou blocos. São as normatizações com que cada país administra seu comércio com os demais, regulando as formas, métodos e deliberações para viabilizar este comércio.
Razões que levam uma empresa a ingressar no comércio exterior:
>>> Alternativa de mercado;
>>> Redução dos custos;
>>> Redução de tributos;
>>> Aprimoramento na qualidade, tecnologia e geral da empresa;
>>> Informações e tendências de mercado;
>>> Oportunidades vislumbradas.

Comércio Internacional

É o intercâmbio de bens e serviços entre países, resultantes das especializações na divisão internacional do trabalho e das vantagens comparativas dos países.
Fatores que contribuem para a decisão de inserção em um mercado alvo:
>>> Grau de mobilidade dos fatores de produção;
>>> Natureza do mercado;
>>> Existência de barreiras aduaneiras e outras restrições;
>>> Distâncias;
>>> Variações monetárias e de ordem legal.

O que é importação

É o ato inverso da exportação, ou seja, é adquirir de outro país, ou trocar com este, mercadorias de seu interesse, que sejam úteis à sua população e seu desenvolvimento. Portanto é a entrada de bens produzidos no exterior.

O que é exportação

É o ato de remeter a outro país mercadorias produzidas em seu próprio ou em terceiros países, que sejam de interesse do país importador, e que proporcionem a ambos envolvidos vantagens na sua comercialização ou troca.
Portando é a saída de mercadorias para o exterior.